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Evolução da Web, mas nada de Web 2.0

Foi lançada uma nova versão da Globo.com. Calma! Não estou dizendo que isso que é a evolução da web, mas esse lançamento mostra uma tendência, o uso de resoluções de tela maiores na grande massa de internautas. Um site desse porte tem um público bastante diversificado e essa nova versão já foi feita considerando que o usuário utilize a resolução de tela em 1024768 pixels. Para que os “excluídos” não fiquem em uma situação ruim ao navegar no site, o conteúdo da última coluna da direita, que fica estratégicamente posicionada na faixa entre 800 e 1024 pixels de largura, não é de grande importância.

A escolha de qual resolução seu novo site terá deve ser feita levando em consideração o seu público e nisso quem pode lhe ajudar é o Google Analytics. Já existem muitos outros sites que levam em consideração resoluções maiores que os 800600 convencionais e isso tende a crescer cada vez mais. Assim como um dia existiram os feitos para serem exibidos em 640480, ou você acha que “Melhor visualizado em 800600” existe a toa? Provavelmente o primeiro site da microsoft (abaixo) nem se preocupava com isso ainda.

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E como podem ver, esse blog perdeu seu visual padrão do WordPress e ganhou um layout parecido com o do resto do site, ainda em 800600 mas já é alguma coisa. Não está concluído, mas a falta de tempo impera e como podem perceber há tempos não publicava nada. Até a próxima!

Nada de música de fundo em site

Macaco BarulhentoNão é o meu intuito fazer uma coleção de links interessantes aqui, para isso existe o del.icio.us, mas alguns assuntos interessantes abordados em outros blogs me estimulam a indicá-los a leitura pois mostram pontos de vista parecidos com o meu.

Dessa vez foi sobre colocar música de fundo em sites, o que pode ser um GRANDE inconveniente para o usuário. Atualmente, ouvir músicas deve ser a atividade mais popular entre os internautas, principalmente os jovens e esses sites fazem com que o usuário tenha que pausar a música que está ouvindo ou procurar no site pelo botão de “stop” (o que nem sempre é possível achar). Outro ponto a ser avaliado é o tempo de carregamento do site, que será extremamente prejudicado, mesmo que depois o usuário queira parar a música inconveniente. Por último, ao acessar a maioria dos sites as pessoas esperam uma resposta visual e não auditiva, essa surpresa pode ser positiva, mas também pode causar o sentimento oposto. Digo a maioria porque ao acessar a rádio web do Lg (olha a propaganda!) as pessoas já não esperam a mesma coisa.

Então, se a música for necessária no site, faça de forma a minimizar os incômodos para o usuário, colocando-a por padrão em modo desligado e indicando-lhe a possibilidade de ligá-la. Até!

Ajax: computador tagarela

Após um feriadão inteiro pensando sobre o que escreveria neste post, achei interessante aproveitar o assunto que (sem maiores interesses) abordei no post anterior para falar sobre Ajax.

Uns a chamam de linguagem de programação, outros defendem que não há nenhuma tecnologia especial envolvida, apenas uma nova maneira de pensar. Muitos concordam que é uma coisa que surgiu com a Web 2.0 (ou alguma coisa que não significa nada). O que você acha? Tentarei esclarecer aqui todas as dúvidas que surgem freqüentemente sobre esse assunto. Vamos lá!

A grande maioria dos desenvolvedores Web já ouviu falar em Ajax e também que Ajax significa Asynchronous JavaScript and XML, mas muitos não entenderam o que isso significa e desistiram. Depois de entender o funcionamento da Web, percebemos que um site quando é acessado (ou carregado) dá origem a uma série de requisições por parte do cliente ao servidor, que lhe enviará todo o conteúdo da página (incluindo imagens, flashs e etc). O importante nesse momento é reparar que essas requisições são feitas imediatamente depois que o usuário aperta a tecla ENTER quando digita um endereço ou clica em um link.

O aspecto assíncrono do Ajax está exatamente em fazer requisições ao servidor FORA do momento em que a página está sendo carregada. Sendo chamado por eventos Javascript (on click, por exemplo) o Ajax faz requisições ao servidor e recebe dados em formato XML a serem posteriormente tratados, manipulados e inseridos na página utilizando-se Javascript e DOM. Daí o nome Asynchronous JavaScript and XML. Esse processo pode se repetir infinitas vezes sem que a página tenha que ser novamente carregada para ter seu conteúdo alterado. Com isso o site ganha um dinamismo extra, melhorando sua usabilidade.

Mas cuidado! Não exagere no uso do Ajax em seu site ou poderá criar problemas aos seus visitantes. Páginas com informações acessadas por Ajax não tem um endereço direto para ser utilizado pelos usuários, por exemplo para adicionar seu site ao Favoritos do browser dele. Então devemos avaliar quando é o momento correto para fazermos uso dessa ferramenta tão poderosa, mas que como tudo na vida tem as suas conseqüências.

Nesse ponto já conversamos o suficiente para você perceber que realmente Ajax não se trata de uma linguagem de programação, mas sim de uma forma de integrar Javascript e XML em seus projetos. O maior responsável pela popularização desse tipo de utilização foi realmente o Google, trazendo junto à sua série de serviços altamente dinâmicos e inovadores.

Exemplos do uso de Ajax:

Até aqui ficamos só na teoria, então prometo o desenvolvimento de um exemplo Ajax para os próximos posts. Conhecem outros bons exemplos do uso de Ajax? Querem criticar algo? Então comente! Abraços!