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	<title>rodrigoaguas.com &#187; SEO</title>
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	<description>Desenvolvimento de sites Web: acessibilidade, usabilidade, ASP, PHP, XHTML, CSS e Ajax.</description>
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		<title>Excluídos do Google Analytics</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 19:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aguas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Javascript]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tempos atrás, eu e um amigo estavamos voltando da faculdade e ele me perguntou com ar irônico: &#8220;Por que o Google Analytics não diz se os usuários tinham Javascript habilitado?&#8221;. Sem pensar muito, respondi que não sabia e ele riu. Explicando: o Google Analytics usa o Javascript para ser invocado, não é possível um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.rodrigoaguas.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/untitled-2.jpg" alt="untitled-2.jpg" align="right" />Há tempos atrás, eu e <a href="http://www.lgfranco.eti.br/">um amigo</a> estavamos voltando da faculdade e ele me perguntou com ar irônico: &#8220;Por que o Google Analytics não diz se os usuários tinham Javascript habilitado?&#8221;. Sem pensar muito, respondi que não sabia e ele riu. Explicando: o Google Analytics usa o Javascript para ser invocado, não é possível um visitante ser &#8220;detectado&#8221; por ele sem ter o Javascript habilitado. Depois me pareceu óbvio, mas nunca havia pensado nisso.</p>
<p>Falando um pouco sobre o <a href="http://www.google.com/analytics/pt-BR/">Google Analytics</a> para os que não conhecem. Ele é um serviço gratuito oferecido, obviamente, pela Google que permite ter diversas informações e relatórios sobre os visitantes do seu site. Essas informações incluem desde a quantidade de visitas diárias até a resolução de tela ou qual versão do Java (Java mesmo, não Javascript! hehe) estava instalado na máquina dos seus leitores. Para a grande maioria acredito até que tanta informação seja inútil, pois muitos daqueles dados não influenciarão em nada no dia-a-dia do site.</p>
<p>Mas voltando ao javascript e Google Analytics, pensei em mais consequências dessa &#8220;exclusão virtual&#8221; e identifiquei algumas. Se o Analytics precisa do Javascript, é fácil perceber que qualquer acesso a conteúdos estáticos no seu servidor não estará nas estatísticas. Tudo bem, não faz sentido querer saber quantas pessoas acessaram o arquivo de CSS de um site, mas se o site disponibiliza arquivos para download, há muito interesse em saber quantas pessoas estão baixando tais arquivos. Outro problema que eu percebi seria nos acessos aos feeds RSS do site que, cada vez mais populares, não seriam contabilizados pois são arquivos xml.</p>
<p>Não imagino nenhuma solução que resolva o problema continuando a usar o Google Analytics, só pensei em soluções alternativas usando <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MIME#Content-Type">Content-Type</a> e um sistema próprio para coletar os dados e criar as estatísticas. Mas deixarei esse assunto para um artigo futuro.</p>
<p>Será que é possível resolver o problema usando ainda o Google Analytics? Se você tiver alguma idéia, compartilhe nos comentários. Abraços!</p>
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		<title>Quando a falta de acessibilidade pode atrapalhar até quem nao achava precisar dela</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 02:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aguas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou do tipo de consumidor que gosta de olhar todas as opções existentes antes de concluir uma compra. Em sites de comércio eletrônico uso constantemente a tecla ctrl, que no Firefox se apertada enquanto clica em um link este abrirá em uma nova aba. Depois de algum tempo navegando pelo site, meu navegador está repleto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou do tipo de consumidor que gosta de olhar todas as opções existentes antes de concluir uma compra. Em sites de comércio eletrônico uso constantemente a tecla ctrl, que no Firefox se apertada enquanto clica em um link este abrirá em uma nova aba. Depois de algum tempo navegando pelo site, meu navegador está repleto de abas, cada uma com um produto mais interessante que a outra, e o difícil é escolher quais se tornarão realmente uma compra.</p>
<p>Há algum tempo atrás, pesquisei por um fogão para minha casa. Um dos sites que tentei foi o <a href="http://www.pontofrio.com.br/">Ponto Frio</a>, que me decepcionou bastante. O site utiliza javascript em seus links, já de início inviabilizando a utilização do site por qualquer pessoa que esteja acessando-o por um dispositivo que não disponha dessa tecnologia. Mas eu tinha javascript, estava no firefox, e queria achar o fogão. Mas não consegui.  Utilizar o site ao meu agrado não foi possível e acabei desistindo. Por quê? Como disse, gosto de abrir os links em abas separadas e o uso de javascript da forma como o site fez me impedia. Tentei imaginar explicações para aquilo e o motivo que levaria o desenvolvedor a fazer tal barbaridade e não consegui.</p>
<p>Defendo a acessibilidade pelo próprio respeito ao ser humano, mas que se não for por isso, que seja pelo retorno que isso pode trazer a um site de comércio eletrônico. Além de mim e de todos os acessos por pessoas que não tem javascript, o ponto frio perde também a chance de qualquer site fazer uma referência a um produto dele, incluindo aí o Google. Como assim?! Eles estão podendo tanto assim que abrem mão da divulgação feita pelo Google? Isso mesmo. Mas prefiro acreditar na hipótese de que eles não tenham conhecimento sobre isso e que o produtor do site seja um&#8230; Deixa pra lá.  Eles estão precisando de uma campanha de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_Sistemas_de_Busca_SEO">SEO</a> e de um pouco de conscientização.</p>
<p>Só para terminar, ninguém espera que o site seja perfeitamente exibido no Firefox e possível a um deficiente visual acessá-lo né?</p>
<p>Abraços!</p>
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		<title>Permalink no Wordpress e o plugin Permalinks Migration Plugin</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2007 15:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aguas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma técnica muito utilizada nos blogs é o Permalink. Envés de passar paramêtros para a página por GET usando ?nomedoparametro=valor após o endereço da página, esta técnica passa os valores pelo próprio endereço. Por exemplo, eu utilizava a seguinte forma: /?p=10
Feio, né? Então pesquisei um pouco e passei a utilizar permalinks. O mesmo artigo passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma técnica muito utilizada nos blogs é o Permalink. Envés de passar paramêtros para a página por GET usando ?nomedoparametro=valor após o endereço da página, esta técnica passa os valores pelo próprio endereço. Por exemplo, eu utilizava a seguinte forma: <a href="http://www.rodrigoaguas.com/blog/?p=10">/?p=10</a></p>
<p>Feio, né? Então pesquisei um pouco e passei a utilizar permalinks. O mesmo artigo passou a ter o seguinte endereço: <a href="http://www.rodrigoaguas.com/blog/traducao-completa-do-wordpress-221-para-o-portugues-do-brasil/">/traducao-completa-do-wordpress-221-para-o-portugues-do-brasil/</a></p>
<p>Tudo bem, concordo que nesse caso o endereço ficou grande demais se alguém resolver digitá-lo, mas raramente esse é o caso. Além de melhorar a cara da url que o usuário vai entrar, essa técnica também ajuda no ranking das páginas nos sistemas de busca, pois dá maior relevância àqueles termos que estão no endereço.</p>
<p>O próprio Wordpress tem suporte ao uso de permalinks, apesar de por padrão nas versões mais recentes não vir ativado. Foi feito assim apenas por causa que essa funcionalidade utiliza funções exclusivas do servidor Apache, então só os blogs hospedados nele poderão utilizar permalink. Para alterar o padrão de url não achei tão simples quanto parecia, então resolvi escrever este artigo para ajudar a outros que tenham as mesmas dificuldades. O que me atrapalhou foi um arquivo .htaccess que é manipulado pelo wordpress, comentarei sobre ele posteriormente.</p>
<p>Teoricamente basta ir até Opções e depois em Permalinks na área de administração do site, lá existem 3 opções prontas e uma quarta onde você pode personalizar o acesso aos artigos no seu wordpress <a href="http://codex.wordpress.org/Using_Permalinks#Structure_Tags">utilizando tags</a>. Mas você precisa ter o tal arquivo .htaccess na pasta do wordpress e com permissão para ser escrito, sendo que pra atrapalhar ainda mais esse arquivo é oculto, pois começa por ponto. Então, antes de qualquer coisa você configurar seu cliente FTP para exibir os arquivos ocultos ajudará muito. Essa configuração é especifica para cada programa de FTP, então não poderei ajudar nesse passo. Feito isso, verifique se existe o arquivo .htaccess na pasta onde o wordpress está instalado, e se existir verifique também se a permissão dele é 666. Do contrário, você terá que criar o arquivo de texto no seu computador e fazer o upload (não precisa ser feito pelos que já tem o arquivo  e apenas a permissão não é 666), e depois colocar o nível de permissão dele como sendo 666, que possibilita a escrita pelo wordpress. Feito isso, está tudo perfeito para você utilizar tranquilamente o permalink do Wordpress da forma já mencionada.</p>
<p>Alguns blogueiros depois de algum tempo já utilizando permalinks resolvem trocar o padrão do permalink, só que isso implica em uma série de outras coisas. Todos os links existentes para os artigos ficariam quebrados, já que o endereço de acesso mudaria, e ainda perderia todos os acessos via sistemas de busca, até que a indexação do site fosse atualizada. Mas mesmo após essa atualização, ainda sairia perdendo muito com isso. Por exemplo, o aspecto temporal para o Google é levado em consideração, páginas mais antigas ganham mais pontos pro ranking do que as recentes. Não vou me aprofundar nesse aspecto, mas é inviável deixar todo o histórico de um site ir por agua abaixo assim.</p>
<p>Durante a minha pesquisa por permalinks encontrei a solução para esses casos em que o blog já utiliza permalinks mas quer alterar o seu padrão sem perder todo seu pássado, o <a href="http://www.deanlee.cn/wordpress/permalinks-migration-plugin/">Permalinks Migration Plugin</a>. Novamente, ele só é válido para quem JÁ utiliza permalinks, o acesso padrão aos artigos do wordpress não é feito dessa forma.</p>
<p>O Permalinks Migration Plugin faz com que acessando o endereço antigo do artigo, o usuário (ou o robô do site de busca) receba um cabeçalho 301, que é de redirecionamento permanente. No caso do usuário comum, o browser será redirecionado ao novo endereço e pronto. No caso do robô é que aparece o maior benefício do plugin, dessa forma o sistema de busca atualiza seus registros, substituindo apenas a url velha pela nova e mantendo todo o resto. Perfeito!</p>
<p>Espero que ajude aos interessados, até a próxima! Qualquer dúvida, deixe um comentário.</p>
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